A obsessão nasce do pensamento em sintonia com o mal, e a cura começa dentro de nós.
A porta aberta é a imperfeição moralEnir insiste que o obsessor só entra onde há consentimento, consciente ou inconsciente, e a responsabilidade dessa porta é nossa.
O obsessor insufla, repete, não criaSe não existe vingança ou vaidade no coração, não há o que insuflar — a repetição do pensamento só vinga onde encontra sintonia.
Prece curta de coração muda a sintoniaSegundo André Luiz, uma oração de um ou dois minutos ao amanhecer agita os elétrons mentais e aligeira o perispírito.
Executive SummaryAI
No seminário Autodesobsessão, Luiz Guilherme assume a "parte trevosa" e anuncia que vai expor os problemas da obsessão, o que ela é e seus tipos, deixando a parte das soluções para Enir.
Ele parte do pensamento como força criadora, citando Sueli Caldas Schubert em Testemunhos de Chico Xavier, Emmanuel em Pensamento e Vida e André Luiz, para mostrar que o pensamento tem forma, peso e transborda no perispírito.
Usando o tratado espírita sobre obsessão da doutora Marlene Nobre, explica que Kardec elencou três tipos — obsessão simples, fascinação e subjugação — e que ela amplia isso em obsessões de natureza anímica e espírita, incluindo obsessão telepática, auto-obsessão, fixação mental e parasitas ovoides.
Os casos lidos ilustram cada grau: Anésia e Jovino na dominação telepática, Cláudio Nogueira aos 45 anos fundindo-se ao desencarnado que pede "beber", e Odila vampirizando Zumira em Entre a Terra e o Céu, onde separar as duas à força poderia causar paralisia ou morte.
Na segunda parte, Enir sustenta que a cura da obsessão está dentro de cada um e detalha a terapêutica da casa espírita: mudança do pensamento e volta ao aqui e agora, prece diária de coração, passe, culto do evangelho no lar de 15 a 20 minutos, reflexão diária de Santo Agostinho e, nos casos graves, médico, psiquiatra e psicólogo.
Key Quote
“A minha parte é a parte trevosa.”
— Luiz Guilherme
Key Quote
“Então a primeira ferramenta que a gente tem, aliada ao espírito, é o pensamento.”